Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009

Life is Wonderful

It takes a night to make it dawn
And it takes a day to make you yawn, brother
It takes some old to make you young
It takes some cold to know the sun
It takes the one to have the other


Ah la la la la la la life is wonderful
Ah la la la la la la life goes full circle
Ah la la la la la la life is wonderful
Ah la la la it is so...

Este é um trechinho da letra de Life is Wonderful, de Jason Mraz.
Hoje de manhã escutei I´m Yours, a minha preferida dele, e foi a inspiração para o meu dia... tanto que resolvi escrever aqui novamente!
Não é que eu tivesse desistido, mas tirei o tempo das férias para descansar mesmo... de tudo... e recarregar as energias. Acho que o que aconteceu foi que eu comecei este blog no momento errado, quando eu já estava cheia de outros compromissos, e não consegui dar continuidade. Mas estamos de volta.
Voltei para a faculdade, estou dando aulas particulares e esperando as aulas no Centro de Línguas recomeçarem, cheia de planos e idéias...
E é só. Não vou continuar com as aulas para Ensino Médio, nem com a turma de adolescentes que eu tinha. Preciso dedicar meu tempo à faculdade, ao trabalho no Centro de Línguas e a melhorar meu currículo lattes. Mas estou aguardando algumas novidades também...
Este ano vou ter disciplinas teóricas que vão me ajudar a organizar meus pensamentos sobre tudo que quero discutir aqui.
O que foi discutido hoje em sala sobre avaliação me lembrou que é sobre isso que eu estava escrevendo quando parei no ano passado... e é a partir daqui que vou continuar...
Agora vou escrever e amanhã eu posto aqui!

Life is wonderful!!!

Terça-feira, 11 de Novembro de 2008

A vida nos pega de surpresa

Olá!
Sei que estou em falta comigo mesma, com o compromisso que assumi de escrever semanalmente, mas a vida nos pega de surpresa e precisamos nos adaptar a tudo o que acontece.
Explico: além dos lugares onde já trabalhava, assumi mais quatro turmas em um grande colégio, assim, de última hora, faltando quase um mês para terminar o ano letivo.
É um grande desafio que assumi com coragem e muita alegria. E mais uma vez me vejo às voltas com preparação de provas, aplicação de provas e outros tipos de avaliação. Assim, minha vida virou uma loucura nas últimas semanas...
São quatro turmas de ensino médio, e no meu primeiro dia apliquei provas elaboradas pelos professores anteriores. Como falei para os alunos, se aquela história de que a primeira impressão é a que fica for verdadeira, estou perdida! Começar aplicando provas ninguém merece! rsrs
E com os alunos de reforço escolar estou trabalhando para deixá-los preparados para as provas bimestrais e de recuperação. Essa experiência me permite ver onde estão os problemas das avaliações escolares, pois todos os alunos têm a mesma queixa: não têm conhecimento suficiente de vocabulário para interpretar os textos, e o professor explica rapidamente o conteúdo de gramática, pois a carga horária da disciplina de Língua Estrangeira nas escolas é muito, muito pequena.
Cada vez mais entendo a avaliação como o fechamento de um processo, de um ciclo, e acredito que ela serve para mensurarmos o resultado de um trabalho em conjunto, feito por alunos e professor, e que se um aluno falha, o professor também falhou de alguma forma... (é claro que há exceções, pois a cada dia vejo que os jovens de hoje não são mais os mesmos... e isso é um assunto para muita conversa com minha amiga Sam, a quem muito admiro pela maneira de educar...)
No mês passado participei de um evento na Universidade Tuiuti do Paraná sobre Metodologia de Ensino de Língua Estrangeira, com a fantástica Piri Szabó. Ela tratou de um assunto no qual eu vinha pensando de maneira constante, mas despreocupada, há algum tempo: o papel do aluno no processo de aprendizagem. Concordo com ela sobre a necessidade de despertarmos no aluno a consciência de que ele deve ser parte ativa nesse processo, buscando suas próprias estratégias individuais para aprender da melhor maneira possível, assim como nós devemos utilizar estratégias para que esse processo seja bem sucedido.
Acho que as estratégias de aprendizagem e as avaliações estão ligadas, pois uma depende da outra. Assim, logo (prometo!!!) volto a falar disso...
Perdoem minha inconsistência e minha falta de jeito, mas acho que logo aprendo a deixar esse negócio funcionando redondinho...!!
Até mais!
Carol

Segunda-feira, 20 de Outubro de 2008

Tests

Oi... tô até com vergonha... mas as duas últimas semanas foram cheias e eu precisava esperar o resultado de tudo o que aconteceu para conversarmos...
Estive envolvida com preparação e aplicação de testes, o que me deixa meio baratinada.
Tenho uma turma de adolescentes de nível básico, para quem apenas apliquei o teste elaborado pelo meu coordenador. E uma turma de adultos (também de nível básico) para quem elaborei o teste, que passou pela aprovação da coordenadora. São situações bem diferentes e cada uma exige uma análise própria.
Com os adolescentes uso o Interchange Third Edition, da Cambridge, nível Intro B. Temos duas aulas de 1:30 h por semana e estou sempre um pouco "behind the schedule" porque eles são muito falantes e me dão um trabalho danado.
E com os adultos uso o New Headway Beginner, da Oxford, sendo que temos uma aula de 4 horas (!!!) aos sábados de manhã. Acho que está sendo muito mais fácil trabalhar com eles, porque o material tem o conteúdo mais distribuído e eles são mais "obedientes"... rsrs
Só isso já serviria para justificar o resultado dos testes: adolescentes abaixo da média X adultos acima da média. Mas acho que é tudo muito mais complexo do que isso.
Vamos às minhas teses...
Acho que o mais importante é saber o que você está avaliando e qual o grau de importância de cada aspecto avaliado.
No inglês trabalhamos com quatro habilidades principais: speaking (fala), listening(compreensão auditiva), reading (leitura) e writing (escrita).
Os próximos posts vão tratar da avaliação em cada um deles, OK?
Agora meus pequenos estão me esperando!
Até mais!

Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008

My Journey

enjoy:
1. to get pleasure from something.
2. to have something as a benefit or advantage.

journey:
1. an occasion when you travel from one place to another, especially when there is a long distance between the places.
2. a process of changing and developing over a period of time.

Fonte: Macmillan English Dictionary for Advanced Learners of American English.

Sempre gostei de idiomas. Estudei alemão, inglês e italiano. O alemão eu parei no meio do caminho, o italiano eu levei até o fim, mas hoje não me lembro de muita coisa, pois nunca mais pratiquei. O inglês mudou minha vida.

Quando ainda era adolescente, dava aulas de reforço escolar para as crianças da vizinhança. Depois que entrei na faculdade comecei a trabalhar em uma escola de inglês, e aos poucos fui me deixando levar... Quando percebi, era uma advogada recém-formada sem nenhum conhecimento prático, mas também era uma professora de inglês com certa experiência...

Continuei dando aulas de inglês, pois o horário flexível me permitia ter mais tempo para cuidar do meu filho. Entre 2000-2002 fiz pós-graduação em Metodologia de Ensino de Língua Inglesa e Tradução na PUC-PR, o que me abriu a cabeça e muitas portas!

No início de 2008 comecei a estudar Letras na UTP e apesar de ter trancado a matrícula no segundo semestre, nem penso em desistir! Não vejo a hora de voltar!

Aos poucos vou escrever essa minha “viagem” com mais detalhes.

A idéia deste blog surgiu da vontade de expressar minhas idéias e experiências sobre o ensino da Língua Inglesa. Vejo o aprendizado de uma nova língua exatamente como a definição acima, um processo de mudança e desenvolvimento que dura certo tempo e que deve ser aproveitado ao máximo em todos os momentos!

Resolvi escrever em português para que aqueles que estão apenas começando essa viagem possam também compartilhar tais idéias e experiências.

Pretendo escrever no mínimo uma vez por semana, ou sempre que surgir alguma coisa interessante neste meu caminho.